sexta-feira, 25 de maio de 2012

Estamos dando o valor necessário aos que amamos?

Um dos meus grandes questionamentos é tentar entender o porquê não damos o valor necessário àqueles que mais nos ajudam e que sempre estão ao nosso lado, em todos os sentidos.
Pode ser em casa com a família, que luta e sempre lutou pra te dar de tudo; com aquele namorado, ou marido pelo qual você daria a vida, ou com amigos que sempre buscaram lhe dar os conselhos certos, mas você insiste em ir pelo caminho errado.

Eu posso citar como experiência própria a minha relação com a família, para ser mais específico, a relação com minha mãe. Tínhamos uma relação de família sempre unida, mas minha mãe e eu apesar dos pesares tínhamos nossas farpas de vez em quando; havia respeito, amor e carinho, mas valorização acho que por minha parte nem tanto. Você sabe como é cabeça de jovem (...). Tudo é importante, menos aquilo que realmente é para o seu bem.
No dia em que eu peguei minha mala e saí de casa, percebi no momento da despedida o verdadeiro valor que aquela “velha” tinha pra mim.
Num período de três anos longe da minha família, o amor e apego tanto por minha parte quanto da deles ficou mil vezes maior.
Aí me pergunto novamente. Para dar valor precisamos perder ou estar longe?
Isso é natural do ser humano?


O mesmo é válido quando gostamos de alguém e procuramos demonstrar carinho, afeto e etc. (...). Na maioria das vezes nós quebramos a cara.
Raramente encontramos alguém que não tenha medo de ser feliz, normalmente achamos pessoas que têm medo da felicidade.
A grande verdade é que queremos que corram atrás da gente. Porém, correr atrás de alguém é algo indesejado por todos, mas quando você sente que aquela pessoa que estava aos seus pés se levantou e virou as costas, bate aquele “Semancol” de que você realmente deixou uma chance escapar.
Você conhece o valor de uma pessoa? Não? Pense em perdê-la.

domingo, 6 de maio de 2012

Momentos que marcam

Os momentos que passaram ficarão para a eternidade. Por isso viva os que virão com a mesma intesidade dos anteriores, sem se esquecer de que cada um será singular e será lembrado a cada música que você ouvir, a cada perfume que você sentir e a cada pessoa que marcar aquele determinado momento.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Ciúmes ou sentimento de posse?


Simplesmente é inexplicável como o ser humano é ambicioso, até mesmo com aqueles que fazem parte do seu dia a dia.
Ciúme é uma das palavras mais usadas quando se trata de relacionamentos. Quem nunca teve aquele amigo ou amigo, que reclamava que a namorada (o) era ciumenta (o) demais, que não estava mais agüentando; entre outras coisas do tipo.

Pois bem, ciúmes a meu ver, nada mais é do que buscar delimitar as ações da pessoa que se gosta, muitas vezes por medo de perdê-la, muitas vezes pelo simples fato de se sentir ameaçada, ou também por obsessão.
Sentir ciúmes é agir como aquele cachorrinho que faz xixi nos cantos da casa pra demarcar território; e em muitas das vezes é esquecer que determinada pessoa existe, mas quando sente que alguém se aproximou ou que vai perdê-la, você vai lá e corre pra tentar recuperá-la e mostrar todo seu sentimento de posse.
Só existe um problema; não se pode querer delimitar espaços, ações e etc. Pois estamos falando de seres humanos (que são animais), e não de coisas.
Devemos aprender a dar o valor necessário desde o primeiro momento e não quando nos sentimos ameaçados. Devemos acima de tudo deixar que as pessoas que amamos ajam livremente e que possam fazer suas escolhas, e se você não for essa escolha? (...). Paciência.
Afinal, ciúme demonstra insegurança, que demonstra medo, que demonstra algo que possivelmente não dará certo.