quinta-feira, 14 de março de 2013

Vivendo por música


Aos poucos você nota as ações que te fazem uma pessoa feliz; hoje notei que vivo por música (...).

Quando entro no carro, a primeira coisa que faço é ligar um bom som; em casa, não consigo preparar um café sem que esteja rolando aquela musica que te anima pra fazer algo; na cama, no sentido sexual da palavra, o clima só rola mesmo quando está tocando aquela música que te faz atuar no embalo do som; no trabalho, uma boa canção vai bem, em meio a correria do dia a dia.
Viver por música é saber bailar sobre as coisas que te aflingem no cotidiano; é saber ter jogo de cintura com as decepções, saber sapatear sobre os obstáculos (...).
Aí vai uma dica (...) viva por música, senão você dança.

terça-feira, 12 de março de 2013

Isso é a vida (...) o amor é a vida


A simplicidade faz de mim o que sou (...) coração mole, hiperativo, ansioso, companheiro, às vezes rude, bravo; um misto de defeitos e qualidades.
Eu, justo? Isso é um estado de espírito; Dividir não é apenas um gesto, é um dom; os que me acompanham sabem que ao meu lado, se houver pão, comeremos pão, se houver caviar, comeremos caviar.
Materialista? Nem um pouco (...) desde sempre assimilei que coisas palpáveis ficarão nesse mundão; enquanto nós, de carne, osso e espírito iremos partir algum dia.
Feliz? Eu já nasci assim, com sorriso de moleque na cara, jeito de homem nas atitudes do dia a dia.
Escrever sobre nós mesmos nem sempre é fácil, pois de uma maneira ou de outra, a primeira pessoa com a qual tivemos uma relação de intimidade é aquela que fica frente a frente com você no espelho. Ou seja, você mesmo.

 Às vezes temos que aturar a si próprios, se dividir entre razão e emoção, brigar com o querer e o poder, e mais uma série de coisas que são pessoais e intransferíveis.
Sobre os defeitos? Não preciso apontá-los; preciso acertá-los.
Talvez, um dia eu seja mais paciente, menos emotivo, menos rude, menos ansioso (...).
O mais bonito disso tudo é saber que existem pessoas que nos amam e nos admiram, mesmo sabendo o quão imperfeito nós somos.
 Isso é a vida (...) o amor é a vida.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Ângulos opostos, visões opostas


Problema e solução são coisas extremamente relativas.
Exemplo: Eu posso ser o problema na vida de muitas pessoas, ou posso ser a solução na vida de outras muitas pessoas, assim como você, seu vizinho, seu pai, tio ou avô.
 
Problemas e soluções dependem de situações, momentos e principalmente de quem está envolvido no contexto.

Pretérito imperfeito


O passado tem nome e assombra; às vezes ele reaparece, às vezes some, mas tem nome.
O passado não me faz ter um presente sereno, muito menos, sonhar com um futuro tranquilo.
O passado já se foi, e eu necessito me desprender dele para viver o hoje e sonhar com o amanhã.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O tal senso de proteção


O que existe dentro de nós dissemina-se na medida em que vamos criando sentimentos puros por aqueles que nos cercam; digo os bons. Os poucos e bons.
Criamos um senso de proteção sem igual, ao ponto de nos arriscarmos sem medo das consequências, por aqueles que nos despertaram esses sentimentos, como família, grandes amigos, e até alguém que nos dê a certeza de um amor recíproco.
O senso de proteção de quem ama e tão, mas tão bonito que nos sentimos como uma espécie de escudo que irá atravessar na frente de qualquer coisa que queira atingir os que amamos. Um exemplo? Amor de mãe (...) ah igual a este, não existe; proteção ao extremo.
Seria tão melhor se no nosso dia a dia as pessoas agissem com esse tal senso; querendo apenas o bem de quem está ao seu redor.
Quem possui sabe que é bom, bonito e não custa nada.
Afinal, nascemos para o amor, por isso, apenas ame e viva.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O alicerce da vida


A estrutura da vida baseia-se nos pilares que construímos desde o dia em que pisamos neste mundo problemático. Ao longo do tempo vamos formando colunas, vigas, e todo o sustento do qual dependemos no nosso dia a dia.
Quando falamos de base, estrutura, lembramos daqueles que estão segurando a nossa mão no cotidiano, como a família, os amigos; pessoas pelas quais sentimos afeto, e temos apego sentimental.
As estruturas que construímos ao longo da nossa jornada, serão inabaláveis independentemente dos problemas que surgirão, das situações que ocorrerão, pois os seus pilares estarão ali para te dar todo o apoio necessário.
Você sabe quais são os seus pilares? Dá o valor necessário a eles?
Encontre-os e valorize-os, pois quando a nossa vida tiver abalos serão eles que irão te sustentar.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Altas estações não combinam com baixas temperaturas

A minha maneira de agir paira entre os extremos da vontade de andar sobre os trilhos e de às vezes descarrilhar, de acordo com as situações que a vida impõe na minha jornada. Jornada esta, que se iniciou há 23 anos, e que me dá uma única certeza; a de que cada dia é um novo dia.
Há dias que acordo como um gentleman, noutros acordo como um cafajeste. Depende do termômetro do coração (...)
Quando ele está em baixa, congela as emoções; quando está em alta, aquece os ânimos, a empolgação, e às vezes causa até dores de cabeça.
Talvez as coisas cheguem a uma temperatura “amena” no momento em que eu menos esperar por altas estações, promessas, momentos e etc.; talvez quando eu me importar apenas com o que tenho, e não com que não tenho. Enfim, as coisas simplesmente acontecem.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Ecoando sentimentos


Meu eu ecoa a sede de viver grandes momentos; ecoa a companhia, a liberdade, aventura, felicidade (...).
Meu eu, transborda tantos sentimentos que é capaz de fazer uma enxurrada de emoções, gestos, e atitudes.
Meu eu, necessita de grandes realizações (...) não, realizações materiais, mas de coisas como o vento (...) que não são vistas, mas são sentidas.
Meu eu é como uma criança pidona, que quer viver intensamente sem se preocupar com o que o resto do mundo acha a respeito.
Esse eu quer ouvir e dançar aquela música que faz lembrar você; quer sorrir quando você sorrir olhando fixamente; quer sentir o seu perfume; quer te abraçar e te ver adormecer nos meus braços como uma criança.
Esse meu eu, é tão diferente do que eu gostaria de ser; mas infelizmente ou felizmente, ele faz de mim, ou melhor, eu, do jeito que sou.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Doces lembranças


A vida é como aquela foto que tiramos, e mesmo que a apaguemos, jamais teremos outra igual (...)
Podemos tirar uma melhor ou pior, mas igual, jamais...
 O mesmo é válido quando nos lembramos dos momentos da vida; eles são únicos. Podem ser bons, ruins, ótimos ou péssimos, mas são únicos.
O importante nesta vida é ser feliz; viver cada momento com a singularidade que ele lhe proporcionar.
As fotos? Essas devem ficar guardadas, pois ganharão o valor necessário ao longo do tempo (...)

domingo, 28 de outubro de 2012

Vitrine do tempo

Se pararmos e analisarmos, a vida é realmente muito engraçada; principalmente quando se trata de passado, presente e futuro.
Digamos que o nosso passado seja uma vitrine intocável, ou pelo menos deveria ser (...)
Quando possuímos um passado feliz e que nos traz saudade, não queremos tocá-lo, apenas olhamos para ele com carinho; mas quando este passado fora triste, infeliz e doloroso, jamais cruze a ponte que liga o presente à este passado, pois quando você voltar ao tempo em que está, trará consigo amargos resíduos daquele tempo ruim. Isso acabará virando uma constante, pois todo passado um dia nos trouxe expectativas de um futuro bom, mas acabara se tornando um presente indesejado, com o perdão do trocadilho.

Quando nos transportamos do nosso mundo em busca de lembranças antigas, a certeza de sofrimento é inevitável, pois no retorno para casa não voltaremos sozinhos; traremos entrelaçados conosco a ilusão, o orgulho, o apego àquilo que nem está mais ali.
Sabe qual o melhor remédio que podemos encontrar para acabar com esse sofrimento? Nos livrarmos de tudo e de todos que nos fazem mal, seja direta ou indiretamente.
Aja como se a fronteira entre o seu passado e presente fosse uma porta que você possui a chave para acessar os dois lados; apenas tranque esta porta e jogue a chave num precipício. Quando você menos se der conta, nem lembrará mais que ali existira essa tal porta, que te trazia momentos de tristeza e sofrimento.
Apenas viva, desapegue, mas tenha a consciência de que a experiência servirá para que você cresça como pessoa e ser humano; creia, não há bem que dure para sempre, assim como não há mal que nunca acabe.
Apenas viva (...)