segunda-feira, 28 de maio de 2012

Uma vez, meninas. Noutra, mulheres. Logo, meninas mulheres.



Hoje olho a minha volta, e me lembro na época da escola, aquelas garotas que odiavam os meninos, odiavam nosso jeito bobo, que adoravam brincar com as suas Barbies e Suzis, e hoje são mulheres bem resolvidas.
Enfim, o tempo passou, elas cresceram e desabrocharam como uma linda flor de jardim, que foi regada a cada dia desse longo tempo.

De repente, foram deixando as bonecas de lado, e as trocaram pelo estojo de maquiagem, pelo primeiro sutiã; veio então a primeira menstruação e aquela menina se tornou uma mulher.
Elas passaram a tomar atitudes de mulher e jeito de mulher no seu dia a dia, e em muitos casos acabaram mudando tanto com o passar do tempo, que você para e olha para trás e vê quanta metamorfose houve até então.

Muitas delas se tornaram a simpatia em pessoa, e não ligam para certas futilidades. Aprenderam a receber um sorriso e dar outro em troca, enquanto outras (...). Bom, eu não preciso falar das outras. Como sempre digo: "Não há beleza que compre o valor da simpatia".
O grande lance da vida é olhar à sua volta e ver como as coisas mudam a todo instante, e entender a linha do tempo de pequenas meninas que viraram grandes mulheres. Cabe a nós homens darmos todo o valor do mundo a essas grandes mulheres, que possuem pequenas meninas dentro de si.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Estamos dando o valor necessário aos que amamos?

Um dos meus grandes questionamentos é tentar entender o porquê não damos o valor necessário àqueles que mais nos ajudam e que sempre estão ao nosso lado, em todos os sentidos.
Pode ser em casa com a família, que luta e sempre lutou pra te dar de tudo; com aquele namorado, ou marido pelo qual você daria a vida, ou com amigos que sempre buscaram lhe dar os conselhos certos, mas você insiste em ir pelo caminho errado.

Eu posso citar como experiência própria a minha relação com a família, para ser mais específico, a relação com minha mãe. Tínhamos uma relação de família sempre unida, mas minha mãe e eu apesar dos pesares tínhamos nossas farpas de vez em quando; havia respeito, amor e carinho, mas valorização acho que por minha parte nem tanto. Você sabe como é cabeça de jovem (...). Tudo é importante, menos aquilo que realmente é para o seu bem.
No dia em que eu peguei minha mala e saí de casa, percebi no momento da despedida o verdadeiro valor que aquela “velha” tinha pra mim.
Num período de três anos longe da minha família, o amor e apego tanto por minha parte quanto da deles ficou mil vezes maior.
Aí me pergunto novamente. Para dar valor precisamos perder ou estar longe?
Isso é natural do ser humano?


O mesmo é válido quando gostamos de alguém e procuramos demonstrar carinho, afeto e etc. (...). Na maioria das vezes nós quebramos a cara.
Raramente encontramos alguém que não tenha medo de ser feliz, normalmente achamos pessoas que têm medo da felicidade.
A grande verdade é que queremos que corram atrás da gente. Porém, correr atrás de alguém é algo indesejado por todos, mas quando você sente que aquela pessoa que estava aos seus pés se levantou e virou as costas, bate aquele “Semancol” de que você realmente deixou uma chance escapar.
Você conhece o valor de uma pessoa? Não? Pense em perdê-la.